Ambiente
Nomeia uma área fechada do projeto com um clique.
Passo a passo
- Ative Ambiente (W).
- Clique dentro de uma área fechada por paredes — o contorno é encontrado sozinho, pelos cantos de dentro, e o ambiente nasce com a metragem escrita.
- Onde não houver área fechada, aparece o aviso e esse mesmo clique já é o primeiro canto: continue canto a canto e feche no primeiro ponto, ou com Enter.
- Alt+clique força o contorno manual a qualquer momento, mesmo dentro de uma área que se detetava.
- Clique dentro de um ambiente que já existe e ele seleciona-se, em vez de se sobrepor outro igual.
- Esc descarta um contorno a meio.
O que vale a pena saber
- A barra de opções só tem uma coisa: a biblioteca de estilos do rótulo, que decide com que aparência o próximo ambiente nasce. Não há espessura nem cota a ajustar antes do clique.
- A metragem é a face de dentro das paredes, não o eixo delas — é a área do chão que se pisa, não a medida de obra a que se costuma chamar “área de construção”.
- Um pilar no meio da sala não corta a metragem: o contorno é a sala inteira. O pilar só impede que a procura atravesse o corpo dele.
- Uma junta por soldar (ou dois topos propositadamente descolados) deixa fugir a área: o clique cai numa região aberta, e o aviso “nenhuma área fechada encontrada” é literal. Feche o perímetro com a Parede antes de voltar a clicar.
- Um ambiente nasce sem nome, por isso só se vê a metragem. O nome escreve-se no Inspector, e é ele que sai no rótulo.
- A metragem segue a preferência da tela, mas cada ambiente pode contrariá-la em três estados: Seguir a prancha, Sempre mostrar, Nunca mostrar.
- No Inspector os vértices editam-se coordenada a coordenada — é assim que um canto fica nos 2,48 m sem depender do rato. Abaixo de três vértices não há contorno.
- Apagar um ambiente não apaga paredes: sai a área nomeada, o desenho fica. Delete, a barra flutuante ou “Excluir elemento” fazem o mesmo.
Ferramentas relacionadas
O que é um ambiente
É a área nomeada do projeto — não um desenho por cima do desenho. As paredes continuam a ser a geometria; o ambiente é o que diz que aquele vazio entre elas tem um nome e uma metragem, e é o que o Copilot, o Inspector e o IFC leem como divisão.
O contrário também é verdade, e vale para o dia inteiro: apagar um ambiente não desfaz a planta. As paredes ficam onde estão.
O clique que procura, e o clique que desenha
Por omissão a ferramenta procura, não desenha. Um clique dentro de uma área fechada pelo perímetro de paredes — ou por vigas e pilares, ou o contorno de uma laje que esteja ali por baixo — devolve o polígono da face interior, e o ambiente entra já com a área escrita no centro de massa.
Se o ponto clicado não está dentro de nada fechado, o Plare diz “nenhuma área fechada encontrada — desenhe o contorno” e aproveita o mesmo clique como primeiro canto do contorno manual. É o caminho mais curto: não é preciso mudar de ferramenta nem recomeçar. O contorno manual é o da Laje — canto a canto, mínimo três cantos, fechar no primeiro ponto ou com Enter — e, depois de fechado um contorno manual, a ferramenta volta a Selecionar.
Alt+clique entra no contorno manual logo, sem o aviso: é a saída quando a área existe, mas a detetada não é a que você quer.
Os números vêm do contorno
A metragem e o perímetro lêem-se no Inspector e não se editam: são calculados do polígono. O que se edita é o contorno — os vértices, coordenada a coordenada — e o rótulo.
No rótulo distinguem-se duas coisas que a interface guarda em sítios diferentes. A fonte, o corpo (5 a 28 px) e o peso (300 a 900) são do estilo, por isso replicam-se para todos os ambientes que o vestem; o que o ambiente guarda no ficheiro é o nome, o override da metragem e o que você escrever por cima do estilo. A janela Configurações do Ambiente tem o resto, incluindo o rótulo próprio, que desliga o ambiente do estilo.
Mostrar ou não a metragem tem três respostas, e a terceira é a que evita discussões: Seguir a prancha obedece ao interruptor da barra de estado e ao estilo; Sempre mostrar e Nunca mostrar são do ambiente e ganham aos dois.